O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

28 de junho de 2020

S. PEDRO E S. PAULO

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

S. PEDRO E S. PAULO

1-Aprofundando os textos bíblicos:

Mateus 16, 13-19; Atos 12, 1-11; Salmo 34 (33); 2 Timóteo 4, 6-8.17-18:

Jesus dedica-se à formação dos discípulos, partindo do conhecimento que eles possuem. O povo diz que o Filho do Homem é João, Elias, Jeremias, um profeta, um enviado de Deus para preparar a era messiânica; Simão declara que Jesus é o próprio Messias esperado; Jesus o confirma e o proclama bem-aventurado: “Feliz és tu!” porque recebeu a revelação do próprio Pai!

O grego “pétros” designa um pedregulho que se pode pegar e lançar; “pétra” é uma rocha, alicerce que sustenta um edifício. Jesus é o fundamento da Igreja. Simão terá uma particular missão devido sua adesão a Cristo, não como “pétra”, mas como “pétros” na mão do Senhor, único que deve traçar a trajetória da Igreja. Sua missão, contrária a dos doutores e fariseus que “atam fardos pesados e fecham o acesso ao Reino de Deus” ao povo, estará de acordo com as bem-aventuranças do Reino. Atos dos Apóstolos mostram que a comunidade é solidária à perseguição sofrida por Pedro. Na véspera de sua morte a comunidade está em vigília de oração. Pedro, quando se vê  livre, toma consciência da ação de Deus.

A 2ª leitura mostra Paulo também perseguido e próximo de morte violenta. Os discípulos seguem o caminho de Jesus.

2-Atualizando: Pedro e Paulo expressam duas dimensões diferentes e complementares da missão cristã. A complementaridade dos carismas continua hoje na Igreja. Às vezes há tensão entre uma “teologia” romana e uma latino-americana, mas isso é fecundo. Fundamental é conservar a fidelidade ao projeto de Jesus Cristo, rocha da Igreja,  na solidariedade do “bom combate”.

3-A palavra de Deus na celebração: Animados pelo testemunho de Pedro e Paulo, vamos ao encontro do Senhor, razão e sentido de nossa vida. Acolhendo sua Palavra, renovamos nossa adesão a Ele. Participando da Eucaristia, somos identificados com Cristo e confirmados no seu caminho de servidores dos irmãos até à morte. Suplicamos especialmente para que o papa e todos os nossos pastores sejam “pétros” na mão do Senhor, disponíveis e corajosos na condução da Igreja como promotora da Vida, da Justiça e da Paz.

4-Dicas e sugestões:

a) No início da celebração, trazer imagens ou estampas de São Pedro e São Paulo e de mártires da caminhada. A cor litúrgica desta festa é o vermelho.

b) Abrir a liturgia da Palavra com a entrada alegre da Bíblia. Em seguida, a pessoa que proclamou diz: Jesus nos pergunta hoje: “E para vocês, quem sou eu?” A assembléia responde, cantando ou dizendo, as palavras de Pedro: “És, Senhor, o Messias, o Salvador, o Filho do Deus vivo. Aleluia!”.

c) Este mesmo refrão poderá ser retomado após a homilia, no momento da profissão de fé, em forma dialogada.

d) Lembrar nas preces dos fiéis, do Papa, dos Bispos e pastores das Igrejas, além de outras intenções.

 

Maria de Lourdes Zavarez e M. Carmo de Oliveira

 

> 2 - Atualizando:     Animados pelo testemunho de Pedro e Paulo, vamos ao encontro do Senhor, razão e sentido de nossa vida. Acolhendo sua Palavra, renovamos nossa adesão a Ele. Participando da Eucaristia, somos identificados com Cristo e confirmados no seu caminho de servidores dos irmãos até à morte. Suplicamos especialmente para que o papa e todos os nossos pastores sejam “pétros” na mão do Senhor, disponíveis e corajosos na condução da Igreja como promotora da Vida, da Justiça e da Paz.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Mateus 16, 13-19; Atos 12, 1-11; Salmo 34 (33); 2 Timóteo 4, 6-8.17-18:

> 4 - Dicas e Sugestões:    Suplicamos especialmente para que o papa e todos os nossos pastores sejam “pétros” na mão do Senhor, disponíveis e corajosos na condução da Igreja como promotora da Vida, da Justiça e da Paz.

 

M. do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez