O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

25 de novembro de 2019

Domingo de Cristo Rei, Senhor do Universo

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

Domingo de Cristo Rei, Senhor do Universo

24 de novembro de 2019

1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

2 Samuel 5,1-3; Salmo 122(121); Colossenses 1,12-20; Lucas 23,35-43

O evangelho deixa claro que Jesus é rei, em nada semelhante aos reis deste mundo, conforme ele mesmo já havia dito: “Vocês sabem que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam. Entre vocês não deverá ser assim...” O grande é aquele que serve... O primeiro é o servo. (Mt 20). Seu trono é a cruz; as testemunhas de sua entronização são duas pessoas consideradas bandidos. Em Lucas este texto é apoteose da obra de Jesus e de seu reino. Que rei é este, mudo, desarmado, sem sinal de poder? Seu reinado está nas mãos do Pai e vem de sua fidelidade à missão. Um ladrão interpela a Jesus como “Ungido de Deus”, “Cristo”, “Messias”, título religioso; o outro, considerado “bom ladrão”, reconhece Jesus com o título político de “Rei”.

O processo de Jesus girou em torno de acusação religiosa e política, perante o povo judeu e Pilatos. Nos vv. 35-39 temos a atitude do povo que experimentou na pessoa e na ação de Jesus a aproximação do Reinado de Deus, comunicando vida e liberdade. Esse povo olha. De outro lado os representantes do poder, chefes religiosos e soldados, que tinham sido questionados por Jesus, caçoam dele, fazendo-lhe uma proposta diabólica: provar que ele é o Messias e Filho de Deus. A inscrição da cruz funciona como um desmentido: “Esse homem pretendeu a realeza messiânica, mas não passa de um criminoso político”. Para os inimigos Jesus é um fracassado. Para os cristãos esta é uma Boa Notícia a ser anunciada a todo o “povo que olha” cheio de esperança, em todo tempo e lugar.

Jesus é o Servo de Deus, enviado para libertar a humanidade; por meio do crucificado/ressuscitado o projeto de Deus há de triunfar.

 

> 2 - Atualizando:     Corremos o risco de compreender a realeza de Jesus como sendo puramente espiritual, sem relação com este mundo. O Reino que Jesus anuncia e nós pedimos diariamente no Pai Nosso, é uma realidade universal e ninguém, ou nada escapa a ela: “Nele foram criadas todas as coisas, nos céus e na terra, as criaturas visíveis e as invisíveis” (Cl 1,16). A comunhão íntima com Jesus que leva ao paraíso, à plenitude da liberdade e da vida, não é só para o além, mas é iniciada na história, nesta vida.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Cristo, Servo e Rei vitorioso pela cruz, está presente na celebração e o reconhecemos como centro e razão de nossa vida. Despojando-nos de toda atitude de prepotência e assumindo a mística da doação e da reconciliação, participamos do mistério da sua realeza, confirmada na cruz. Livres da escravidão e do mal e alimentados pelo pão da imortalidade, glorificamos ao Pai pelas maravilhas realizadas pelo Crucificado, em favor da humanidade.

> 4 - Dicas e Sugestões:    Vejam no Dia do Senhor TC, Ano C p.135

 

 

> 2 - Atualizando:     O evangelho deixa claro que Jesus é rei, em nada semelhante aos reis deste mundo, conforme ele mesmo já havia dito: “Vocês sabem que os governadores das nações as dominam e os grandes as tiranizam. Entre vocês não deverá ser assim...”

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Textos bíblicos: 2 Samuel 5,1-3; Salmo 122(121); Colossenses 1,12-20; Lucas 23,35-43

> 4 - Dicas e Sugestões: