O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

17 de fevereiro de 2019

Sexto Domingo do Tempo Comum - ano C

Imprimir Voltar

1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

Sexto Domingo do Tempo Comum – Ano C

1-Aprofundando os textos bíblicos:

Lucas 6,17.20-26 – Jeremias 17,5-8 – Salmo 1 – 1 Coríntios 15,12.16-20: As bem-aventuranças são fórmulas clássicas para exprimir o anúncio profético de uma alegria futura (Is 30,18; 32,20; Dn 12,12); exprimir a ação de graças por uma alegria presente e nas exortações dos sábios são promessa de uma recompensa. Visam sempre a uma alegria concedida por Deus. As bem-aventuranças de Lucas, chamado de sermão da planície, se distinguem das de Mateus 5, chamado de sermão da montanha. Talvez a forma de Lucas esteja mais próxima ao original. Lucas traz quatro bem-aventuranças, equivalentes às nove de Mateus. As de Lucas visam a situações presentes concretas, com caráter social, motivadas pelo interesse com os pobres. São seguidas por quatro frases ameaçadoras, proclamando a infelicidade dos “felizes” deste mundo. A idéia geral das bem-aventuranças de Lucas é a de prometer a salvação aos que são agora pobres e aflitos. O Reino de Deus surge com a inversão das situações injustas presentes. Os pobres, preferidos por Jesus Cristo, são aqueles que nada têm e a quem Jesus anuncia a salvação, porque esperam irrestritamente na bondade divina. Esta preferência concedida ao pobres, pequenos e humildes é a marca da liberalidade de Deus. Os vv. 24-26 não são maldições (as maldições começam com Ai de vocês!), mas são queixumes (Infelizes são vocês!) e ameaças; são apelos vigorosos à conversão. O Reino de Deus é dialético. Os que confiam em suas riquezas estão perdidos. É bem-aventurado quem põe a sua confiança em Deus (I leitura); é como a árvore plantada à beira das águas (Salmo 1). Para Paulo, na segunda leitura, o que apaga o pecado é a vida nova do cristão no amor e participação na vida de Cristo ressuscitado; a ressurreição de Cristo é a base de nossa fé e de nossa alegria.

2-Atualizando: A fé que professamos nos torna felizes? Somos como árvores fecundas plantadas junto às águas? Estamos ajudando aos mais pobres a transformar seus sofrimentos e apertos em riso e consolação? De que maneira?

3-A palavra de Deus na celebração:

Hoje, o Senhor quer renovar em nós as razões de nossa esperança, nos permite perceber o que nos divide interiormente e nos afasta de seu projeto. A eucaristia nos faz entrar na dinâmica de uma transformação progressiva, fazendo-nos passar de uma mentalidade mesquinha, legalista para uma atitude sempre nova de amor sem limites.

 

> 2 - Atualizando:     As bem-aventuranças de Lucas, chamado de sermão da planície, se distinguem das de Mateus 5, chamado de sermão da montanha.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Lucas 6,17.20-26 – Jeremias 17,5-8 – Salmo 1 – 1 Coríntios 15,12.16-20:

> 4 - Dicas e Sugestões: