O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

2 de julho de 2017

Décimo terceiro Domingo TC - São Pedro e S. Paulo

Imprimir Voltar

1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

Décimo Terceiro  Domingo do Tempo Comum –
S. PEDRO E S. PAULO – SOLENIDADE
Dia do Papa
1-Aprofundando os textos bíblicos: Mateus 16, 13-19; Atos 12, 1-11; Salmo 34 (33); 2 Timóteo 4, 6-8.17-18:
Jesus dedica-se à formação dos discípulos, partindo do conhecimento que eles possuem. O povo diz que o Filho do Homem é João, Elias, Jeremias, um profeta, um enviado de Deus para preparar a era messiânica; Simão declara que Jesus é o próprio Messias esperado; Jesus o confirma e o proclama bem-aventurado: “Feliz és tu!” porque recebeu a revelação do próprio Pai! O grego “pétros” designa um pedregulho que se pode pegar e lançar; “pétra” é uma rocha, alicerce que sustenta um edifício. Jesus é o fundamento da Igreja. Simão terá uma particular missão devido sua adesão a Cristo, não como “pétra”, mas como “pétros” na mão do Senhor, único que deve traçar a trajetória da Igreja. Sua missão, contrária a dos doutores e fariseus que “atam fardos pesados e fecham o acesso ao Reino de Deus” ao povo, estará de acordo com as bem-aventuranças do Reino. Atos dos Apóstolos mostram que a comunidade é solidária à perseguição sofrida por Pedro. Na véspera de sua morte a comunidade está em vigília de oração. Pedro, quando se vê  livre, toma consciência da ação de Deus. A 2ª leitura mostra Paulo também perseguido e próximo de morte violenta. Os discípulos seguem o caminho de Jesus.
2-Atualizando: Pedro e Paulo expressam duas dimensões diferentes e complementares da missão cristã. A complementaridade dos carismas continua hoje na Igreja. Às vezes há tensão entre uma “teologia” romana e uma latino-americana, mas isso é fecundo. Fundamental é conservar a fidelidade ao projeto de Jesus Cristo, rocha da Igreja,  na solidariedade do “bom combate”.
3-A palavra de Deus na celebração: Animados pelo testemunho de Pedro e Paulo, vamos ao encontro do Senhor, razão e sentido de nossa vida. Acolhendo sua Palavra, renovamos nossa adesão a Ele. Participando da Eucaristia, somos identificados com Cristo e confirmados no seu caminho de servidores dos irmãos até à morte. Suplicamos especialmente para que o papa e todos os nossos pastores sejam “pétros” na mão do Senhor, disponíveis e corajosos na condução da Igreja como promotora da Vida, da Justiça e da Paz.
4-Dicas e sugestões:
1) Na procissão de entrada, além da cruz e velas, trazer imagens ou estampas de São Pedro e São Paulo e de mártires da caminhada. A cor litúrgica desta festa é o vermelho.
2) Abrir a liturgia da Palavra com a entrada alegre da Bíblia, rodeada de velas ou tochas e incenso, onde for costume.
3) Antes da proclamação das leituras, uma ou mais pessoas, previamente preparadas, contam brevemente a vida de Pedro e Paulo. Fazer uma ligação entre a Páscoa deles, a páscoa de Jesus e a nossa Páscoa hoje.
4) Dar um destaque a toda a liturgia da Palavra, especialmente a proclamação do evangelho que poderá ser encenado, contado de cor, ou mesmo cantado. No final, quem proclama beija o livro, mostra-o para a assembleia que se inclina, num gesto de reverência à Palavra. Em seguida, a pessoa que proclamou pergunta à assembleia: “E para vocês, quem sou eu?” nos pergunta agora Jesus. A assembleia responde, cantando ou dizendo, as palavras de Pedro: “És, Senhor, o Messias, o Salvador, o Filho do Deus vivo. Aleluia!”(cf.. ODC p.430, n. 340).
5) Este mesmo refrão poderá ser retomado após a homilia, no momento da profissão de fé, em forma dialogada.
6) Lembrar, nas preces dos fiéis, do Papa, dos Bispos e pastores das Igrejas, além de outras intenções da comunidade. A abertura ecumênica deve ser a tônica deste momento.
7) A oferta deste dia, chamada “óbolo de São Pedro” é destinada às necessidades do mundo que a Igreja atende fazendo-se solidária, sobretudo nas calamidades, catástrofes...
8) Prefácio próprio, conforme o Missal Romano. A Revista de Liturgia traz louvação apropriada para as celebrações da Palavra:
É bom cantar um bendito! Um canto novo, um louvor! (bis)
Ó Deus, Pai santo e bondoso, por Cristo, nosso Senhor.
Na festa dos dois apóstolos, cantemos o teu louvor.
De Pedro nós recebemos a fé no Cristo, Senhor.
De Paulo, o Evangelho/ que os pagãos anunciou.
Por isso o céu e a terra se unem no seu louvor:
Santo, Santo, Santo!...( Cf. Revista de liturgia, n. 128, p. 24)
9) Bênção final própria, conforme Missal Romano, p. 527.

Maria do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez

 

 

> 2 - Atualizando:     Pedro e Paulo expressam duas dimensões diferentes e complementares da missão cristã. A complementaridade dos carismas continua hoje na Igreja. Às vezes há tensão entre uma “teologia” romana e uma latino-americana, mas isso é fecundo. Fundamental é conservar a fidelidade ao projeto de Jesus Cristo, rocha da Igreja, na solidariedade do “bom combate”. Animados pelo testemunho de Pedro e Paulo, vamos ao encontro do Senhor, razão e sentido de nossa vida. Acolhendo sua Palavra, renovamos nossa adesão a Ele. Participando da Eucaristia, somos identificados com Cristo e confirmados no seu caminho de servidores dos irmãos até à morte. Suplicamos especialmente para que o papa e todos os nossos pastores sejam “pétros” na mão do Senhor, disponíveis e corajosos na condução da Igreja como promotora da Vida, da Justiça e da Paz.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Mateus 16, 13-19; Atos 12, 1-11; Salmo 34 (33); 2 Timóteo 4, 6-8.17-18: Jesus dedica-se à formação dos discípulos, partindo do conhecimento que eles possuem. O povo diz que o Filho do Homem é João, Elias, Jeremias, um profeta, um enviado de Deus para preparar a era messiânica; Simão declara que Jesus é o próprio Messias esperado; Jesus o confirma e o proclama bem-aventurado: “Feliz és tu!” porque recebeu a revelação do próprio Pai! O grego “pétros” designa um pedregulho que se pode pegar e lançar; “pétra” é uma rocha, alicerce que sustenta um edifício. Jesus é o fundamento da Igreja. Simão terá uma particular missão devido sua adesão a Cristo, não como “pétra”, mas como “pétros” na mão do Senhor, único que deve traçar a trajetória da Igreja. Sua missão, contrária a dos doutores e fariseus que “atam fardos pesados e fecham o acesso ao Reino de Deus” ao povo, estará de acordo com as bem-aventuranças do Reino. Atos dos Apóstolos mostram que a comunidade é solidária à perseguição sofrida por Pedro. Na véspera de sua morte a comunidade está em vigília de oração. Pedro, quando se vê livre, toma consciência da ação de Deus. A 2ª leitura mostra Paulo também perseguido e próximo de morte violenta. Os discípulos seguem o caminho de Jesus.

> 4 - Dicas e Sugestões:   

 

Maria do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez