O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

14 de maio de 2017

Quinto Domingo da Páscoa - Ano A

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

~~Quinto Domingo da Páscoa  - ANO A

1-Aprofundando os textos bíblicos: João 14, 1-12; Atos 6, 1-7; Salmo 33(32); 1 Pedro 2,4-9:
O evangelho de hoje é parte dos chamados “discursos de despedida”, testamento de  Jesus, pronunciados durante a ceia momentos antes da paixão. Para João o retorno de Jesus não acontecerá apenas no fim dos tempos, mas no tempo da Igreja. A alternância de presente e futuro dos verbos, fala de um futuro que já é o presente da comunidade. Jesus traz à memória o caminho longo e difícil do povo de Israel para entrar na Terra prometida, memória do Êxodo, do Deuteronômio. Jesus inicia uma nova maneira de andar segundo o projeto de Deus e ao encontro de Deus; o cristianismo foi chamado de caminho. Jesus é o caminho que conduz ao Pai, e é a verdade porque é sua expressão perfeita. Nele Deus revela o seu verdadeiro rosto. Vendo Jesus, sua prática e Palavra, contemplamos o Pai. A 1a leitura nos apresenta a comunidade-mãe de Jerusalém solucionando um conflito para ser fiel ao Caminho. Os bens eram postos em comum e a comunidade se encarregava dos mais pobres e fracos, dos que não podiam trabalhar ou não tinham quem os assistisse como as viúvas. A comunidade sabiamente encarrega este ofício a sete pessoas, para que os apóstolos pudessem dedicar-se plenamente à tarefa da pregação do evangelho e oração. A 2a. leitura mostra a dignidade do Novo Povo de Deus com a imagem da Igreja como templo de Deus: um templo não construído com pedras inertes e pesadas, mas com os crentes, os batizados. Construção, cujo alicerce é o próprio Jesus, pedra rejeitada pelos construtores, mas escolhido pelo Pai, pedra angular.
2-Atualizando: Em Cristo, caminho, verdade e vida, a comunidade de pobres e desprezados se torna raça escolhida, sacerdócio do Reino e nação santa, povo conquistado para proclamar as maravilhas operadas por Deus. Essa é a nossa identidade hoje? Como os mais pequeninos são tratados em nossas comunidades?
3-A palavra de Deus na celebração:
Como pedras vivas, formamos nesta assembléia litúrgica, o edifício espiritual, a nação santa, com Cristo, nossa pedra angular, rocha sobre a qual selamos a nova aliança. Como povo sacerdotal, proclamamos na eucaristia, o mistério de nossa fé, as maravilhas daquele que, com a entrega de sua vida, nos arrancou do poder do mal e da morte e nos chamou das trevas para sua luz. Oferecemos com Ele ao Pai, o culto espiritual, a oferta de nosso louvor e de nossa vida e pela comunhão de seu Corpo e sangue, participamos da força e do dinamismo de seu Espírito pelo qual podemos realizar, a transformação pascal de nossa realidade.
4-Dicas e sugestões: Vejam o Dia do Senhor, Ciclo Pascal ABC, p 278- 282.
1. Preparar o espaço celebrativo com um quadro ou ícone coma face do Senhor, junto ao Círio. A cor litúrgica continua sendo branca ou amarela. .
2. Iniciar a celebração incensando o Círio, o ícone e a comunidade reunida, símbolos da presença do Senhor ressuscitado.  A assembléia entoa um refrão contemplativo apropriado.
3. A saudação inicial poderia ser inspirada na 2ª leitura ou como a sugestão: “Irmãos e irmãs, desejo-vos que a misericórdia de Deus, nosso Pai, vos mantenha firmes, como pedras vivas, na vivência do amor de Jesus, Caminho, verdade e vida e cheios da fortaleza e da alegria de seu Espírito!”
4. O evangelho poderá ser cantado, repetindo a seguir com a assembléia, as frases principais, depois da proclamação.
5. Quem preside ajude a comunidade a assumir um compromisso de amor, de solidariedade e de paz. Nas preces da comunidade ou profissão de fé este compromisso poderia ser expresso, seguido da aspersão com água batismal.
6. Dar destaque a todo o rito eucarístico, sobretudo à Oração eucarística como louvor e ação de graças que a comunidade dá por Cristo, com Cristo e em Cristo ao Pai, animada pelo Espírito Santo. Não se trata de explicar a oração eucarística durante a celebração, mas permitir que toda a assembléia a realize como ação ritual com o corpo, a mente e o coração. Como se trata de uma oração proclamada por quem preside é importante que seu tom de voz, os gestos corporais e a atitude interior expressem o sentido de ação de graças e oferenda que permeia toda a Oração Eucarística.  Cantar o prefácio, o Santo, as aclamações e o Amém final.
Maria de Lourdes Zavarez e M. Carmo de Oliveira

 

 

> 2 - Atualizando:     João 14, 1-12; Atos 6, 1-7; Salmo 33(32); 1 Pedro 2,4-9: Em Cristo, caminho, verdade e vida, a comunidade de pobres e desprezados se torna raça escolhida, sacerdócio do Reino e nação santa, povo conquistado para proclamar as maravilhas operadas por Deus. Essa é a nossa identidade hoje? Como os mais pequeninos são tratados em nossas comunidades? Como pedras vivas, formamos nesta assembléia litúrgica, o edifício espiritual, a nação santa, com Cristo, nossa pedra angular, rocha sobre a qual selamos a nova aliança. Como povo sacerdotal, proclamamos na eucaristia, o mistério de nossa fé, as maravilhas daquele que, com a entrega de sua vida, nos arrancou do poder do mal e da morte e nos chamou das trevas para sua luz. Oferecemos com Ele ao Pai, o culto espiritual, a oferta de nosso louvor e de nossa vida e pela comunhão de seu Corpo e sangue, participamos da força e do dinamismo de seu Espírito pelo qual podemos realizar, a transformação pascal de nossa realidade.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     João 14, 1-12; Atos 6, 1-7; Salmo 33(32); 1 Pedro 2,4-9: O evangelho de hoje é parte dos chamados “discursos de despedida”, testamento de Jesus, pronunciados durante a ceia momentos antes da paixão. Para João o retorno de Jesus não acontecerá apenas no fim dos tempos, mas no tempo da Igreja. A alternância de presente e futuro dos verbos, fala de um futuro que já é o presente da comunidade. Jesus traz à memória o caminho longo e difícil do povo de Israel para entrar na Terra prometida, memória do Êxodo, do Deuteronômio. Jesus inicia uma nova maneira de andar segundo o projeto de Deus e ao encontro de Deus; o cristianismo foi chamado de caminho. Jesus é o caminho que conduz ao Pai, e é a verdade porque é sua expressão perfeita. Nele Deus revela o seu verdadeiro rosto. Vendo Jesus, sua prática e Palavra, contemplamos o Pai. A 1a leitura nos apresenta a comunidade-mãe de Jerusalém solucionando um conflito para ser fiel ao Caminho. Os bens eram postos em comum e a comunidade se encarregava dos mais pobres e fracos, dos que não podiam trabalhar ou não tinham quem os assistisse como as viúvas. A comunidade sabiamente encarrega este ofício a sete pessoas, para que os apóstolos pudessem dedicar-se plenamente à tarefa da pregação do evangelho e oração. A 2a. leitura mostra a dignidade do Novo Povo de Deus com a imagem da Igreja como templo de Deus: um templo não construído com pedras inertes e pesadas, mas com os crentes, os batizados. Construção, cujo alicerce é o próprio Jesus, pedra rejeitada pelos construtores, mas escolhido pelo Pai, pedra angular.

> 4 - Dicas e Sugestões:    Vejam o Dia do Senhor, Ciclo Pascal ABC, p 278- 282. 1. Preparar o espaço celebrativo com um quadro ou ícone coma face do Senhor, junto ao Círio. A cor litúrgica continua sendo branca ou amarela. . 2. Iniciar a celebração incensando o Círio, o ícone e a comunidade reunida, símbolos da presença do Senhor ressuscitado. A assembléia entoa um refrão contemplativo apropriado. 3. A saudação inicial poderia ser inspirada na 2ª leitura ou como a sugestão: “Irmãos e irmãs, desejo-vos que a misericórdia de Deus, nosso Pai, vos mantenha firmes, como pedras vivas, na vivência do amor de Jesus, Caminho, verdade e vida e cheios da fortaleza e da alegria de seu Espírito!” 4. O evangelho poderá ser cantado, repetindo a seguir com a assembléia, as frases principais, depois da proclamação. 5. Quem preside ajude a comunidade a assumir um compromisso de amor, de solidariedade e de paz. Nas preces da comunidade ou profissão de fé este compromisso poderia ser expresso, seguido da aspersão com água batismal. 6. Dar destaque a todo o rito eucarístico, sobretudo à Oração eucarística como louvor e ação de graças que a comunidade dá por Cristo, com Cristo e em Cristo ao Pai, animada pelo Espírito Santo. Não se trata de explicar a oração eucarística durante a celebração, mas permitir que toda a assembléia a realize como ação ritual com o corpo, a mente e o coração. Como se trata de uma oração proclamada por quem preside é importante que seu tom de voz, os gestos corporais e a atitude interior expressem o sentido de ação de graças e oferenda que permeia toda a Oração Eucarística. Cantar o prefácio, o Santo, as aclamações e o Amém final.

 

Maria de Lourdes Zavarez e M. Carmo de Oliveira