O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

12 de março de 2017

Ano A - segundo Domingo da Quaresma

Imprimir Voltar

1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

Segundo Domingo da Quaresma
Ano A

1-Aprofundando os textos bíblicos: Mateus 17,1-9 – Gênesis 12,1-4a – Salmo 33 (32) – 2Timóteo 1, 8b-10: A transfiguração de Jesus ilumina sua subida para Jerusalém. Os discípulos não compreendem o caminho que o Mestre quer seguir, por isso a transfiguração lhes mostra a glória misteriosa e exige que escutem seu ensinamento, seu projeto, mesmo que não compreendam. O texto apresenta uma revelação de apocalipse: ajudar a compreender uma verdade de grande sofrimento, através de uma visão. Aparece novamente a figura da montanha alta, como na tentação. Omitindo a localização da montanha, Mateus quer se referir à montanha escatológica para onde afluirão todas as nações. Moisés representa a Lei e Elias, os profetas, aparecem aqui como testemunhas da nova Aliança. A nuvem luminosa é memória do Sinai, da Tenda do encontro, do templo, e proteção do povo que caminhava pelo deserto. A nuvem é sinal de teofania. A frase vinda do Pai – “ouvi-o”, no batismo designa que Jesus é o Filho, o Servo; na transfiguração ela, dirigida aos discípulos e às multidões, designa Jesus como o Profeta que todo o povo deve escutar.  A 1a. leitura nos apresenta uma outra luz, a da fé marcada por uma ruptura. Fé que exige postura radical, disponibilidade para o serviço a Deus e solidariedade ao próximo. 

2-Atualizando: A morte do Senhor não é o triunfo das trevas, que já foram anteriormente derrotadas. Não podemos perder a perspectiva pascal, a da inevitável passagem pela morte. A transfiguração aponta para nosso destino glorioso e ao mesmo tempo nos impõe o caminho da fé e do despojamento, como foi com Abraão e Sara, e da fidelidade até o fim como nos propõe a 2a. leitura. Estamos dispostos a isso?

3-A palavra de Deus na celebração: A assembléia celebrante é a nova tenda onde Deus  manifesta sua glória. Celebrando o sacramento da Páscoa de Jesus, somos com Ele transfigurados e fortalecidos para escutá-Lo no percurso de nossa caminhada. Em ação de graças, anunciamos sua morte e proclamamos sua ressurreição. Recebendo seu corpo glorioso aguardamos sua vinda, nos empenhando corajosos, na transfiguração de todo o universo. 

4-Dicas e sugestões: Vejam no Dia do Senhor , Ciclo Pascal ABC, p. 72-76.

Maria do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez

 

> 2 - Atualizando:     Mateus 17,1-9 – Gênesis 12,1-4a – Salmo 33 (32) – 2Timóteo 1, 8b-10: A transfiguração de Jesus ilumina sua subida para Jerusalém. Os discípulos não compreendem o caminho que o Mestre quer seguir, por isso a transfiguração lhes mostra a glória misteriosa e exige que escutem seu ensinamento, seu projeto, mesmo que não compreendam. O texto apresenta uma revelação de apocalipse: ajudar a compreender uma verdade de grande sofrimento, através de uma visão. Aparece novamente a figura da montanha alta, como na tentação. Omitindo a localização da montanha, Mateus quer se referir à montanha escatológica para onde afluirão todas as nações. Moisés representa a Lei e Elias, os profetas, aparecem aqui como testemunhas da nova Aliança. A nuvem luminosa é memória do Sinai, da Tenda do encontro, do templo, e proteção do povo que caminhava pelo deserto. A nuvem é sinal de teofania. A frase vinda do Pai – “ouvi-o”, no batismo designa que Jesus é o Filho, o Servo; na transfiguração ela, dirigida aos discípulos e às multidões, designa Jesus como o Profeta que todo o povo deve escutar. A 1a. leitura nos apresenta uma outra luz, a da fé marcada por uma ruptura. Fé que exige postura radical, disponibilidade para o serviço a Deus e solidariedade ao próximo.

> 3 - A palavra de Deus na celebração:     Mateus 17,1-9 – Gênesis 12,1-4a – Salmo 33 (32) – 2Timóteo 1, 8b-10: A morte do Senhor não é o triunfo das trevas, que já foram anteriormente derrotadas. Não podemos perder a perspectiva pascal, a da inevitável passagem pela morte. A transfiguração aponta para nosso destino glorioso e ao mesmo tempo nos impõe o caminho da fé e do despojamento, como foi com Abraão e Sara, e da fidelidade até o fim como nos propõe a 2a. leitura. Estamos dispostos a isso? A assembleia celebrante é a nova tenda onde Deus manifesta sua glória. Celebrando o sacramento da Páscoa de Jesus, somos com Ele transfigurados e fortalecidos para escutá-Lo no percurso de nossa caminhada. Em ação de graças, anunciamos sua morte e proclamamos sua ressurreição. Recebendo seu corpo glorioso aguardamos sua vinda, nos empenhando corajosos, na transfiguração de todo o universo.

> 4 - Dicas e Sugestões:    Veja no livro Dia do Senhor , Ciclo Pascal ABC, p. 72-76.

 

Maria do Carmo de Oliveira e M. Lourdes Zavarez