O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

A PALAVRA DE DEUS NO DIA DO SENHOR

11 de fevereiro de 2018

SEXTO DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B

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1 -Aprofundando os textos bíblicos:     

Sexto Domingo do Tempo Comum – 11/02/2018

LEITURAS:  Cura de um leproso: Mc 1, 40-45; Lv 13,1-2.44-46; Sl 31 (32); 1 Cor 10,31-11,1

A. Sentido litúrgico
            Neste dia do Senhor, experimentamos o sabor da páscoa, recordando a compaixão de Jesus na cura de um leproso. Manifesta assim, sua “autoridade”, seu poder sobre o mau espírito da lepra que exclui pessoas do convívio humano.
             Renovamos nossa confiança na sua grande misericórdia, que pode nos libertar dos males, “lepras” que impedem uma convivência feliz na família, na comunidade e na sociedade. Que nesta celebração, o Espírito do Ressuscitado nos conceda força capaz de muita compaixão e de efetiva solidariedade baseada no amor, que neutralize os mecanismos de exclusão em nosso meio.

B – Sugestões para a equipe de celebração
   
     1. Fazer uma acolhida afetuosa às pessoas que em geral são esquecidas e pouco consideradas pela comunidade. Bom seria se quem preside e toda a equipe de celebração pudessem acolher e saudar as pessoas, na porta de entrada, criando um clima de convivência.
     2. Lembrar especialmente dos hansenianos, dos portadores do vírus da Aids, drogados e todas pessoas que sofrem qualquer tipo de desprezo, discriminação e exclusão.
     3. Valorizar, na celebração, os gestos que criam comunhão e integram as pessoas: mãos dadas, abraço da paz, toque fraterno, comer juntos do mesmo pão...
     4. No ato penitencial fazer o rito da aspersão com água perfumada, acompanhado de um canto apropriado.
     5.  Destacar, como Palavra de Deus, o  salmo responsorial que neste domingo é tirado de um dos salmos de reintegração dos excluídos da comunidade. Depois de entoá-lo, o(a) salmista poderia retomar alguns de seus versos, para que a assembléia possa interiorizá-lo.
    6.   O evangelho poderá ser encenado ou pelo menos dialogado.
    7.   É importante que a homilia ajude a assembléia a identificar os vários tipos de “lepra” dos quais precisa ser purificada para poder se engajar na tarefa de resgatar tantas pessoas marginalizadas e excluídas de cidadania e vida humana digna.
    8. Realçar a dimensão de ação de graças da liturgia eucarística.

M. do Carmo de Oliveira e Maria de Lourdes Zavarez

 

 

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