O mistério na vida... Circulando, fluindo... nos elementos, nas estações. Palavra que brota, agir que floresce... A luz pascal que incendeia a festa da existência. A soma dos "ires-e-vires", de homens e mulheres que celebram, se encantam, e se enredam, no cuidado com o mundo, na busca do Reino.

DESTAQUES SEMANAIS

VIGÉSIMO PRIMEIRO Domingo do Tempo do Discipulado e da Missão – Ano A:

27/08/2017

VIGÉSIMO PRIMEIRO Domingo do Tempo do Discipulado e da Missão – Ano A:
Confissão de Pedro
Mt 16,13-20
Simão é o primeiro dos discípulos a confessar solenemente sua fé em Jesus: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!”.
Por esta razão, Jesus lhe dá nome novo, conferindo-lhe, assim, uma nova missão: ser “a pedra” sobre a qual será edificada a sua Igreja. Sua responsabilidade será a de confortar a fé dos demais (cf. Jo 21,15-17).
No correr da história, ele será chamado, de “Príncipe dos Apóstolos”. Mas, o próprio Simão Pedro, nem vai fazer tanta questão dessa sua “posição’, pois, para ele, a verdadeira “pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida, e valiosa aos olhos de Deus”, é “o Senhor”. E o mais importante, para Pedro, é que cada cristão, cada cristã, todos e todas nós,nos sintamos unidos a Jesus, como “pedras vivas” do “edifício espiritual” que é a Igreja, do qual Jesus é” a pedra angular”. (1ª. Carta de Pedro 2,4-7).

Simão Pedro terá sempre a consciência de que é “filho de Jonas”, um ser humano com todas as potencialidades, limitaçõese fraquezas de outro qualquer. De fato, num momento seguinte à esta cena, Simão Pedro vai discordar de Jesus, diante do anúncio antecipado da sua morte, e, pior ainda, mais adiante, quando as coisas acontecerem, irá negá-lo, por medo de ser pego juntamente com “o galileu” condenado.

Que bom que, entre várias e“melhores” possibilidades, Jesus escolhe justamente a Pedro para ser o grande companheiro de todos nós.

Como a gente, tantas vezes gente “de pouca fé”, se sente mais à vontade, por exemplo, no momento da celebração, e o nosso canto se faz mais confiante e até mais alegre!
*


E os poderes do reino das trevas
Jamais poderão contra ela!

(4) Ofertório: A Liberdade haverá
(HIN III A p. 192)

1.As mesmas mãos que plantaram a semente aqui estão!
O mesmo pão que a mulher preparou 
aqui está!
O vinho novo que a uva sangrou jorrará
no nosso altar!

A LIBERDADE HAVERÁ, A IGUALDADE HAVERÁ
/:E NESTA FESTA ONDE A GENTE É IRMÃO,
O DEUS DA VIDA SE FAZ COMUNHÃO!:/

2.Na flor do altar, há um sonho de paz mundial!
A luz acesa é a fé que palpita hoje em nós!
Do livro aberto, o amor se derrama total
no nosso altar!

3.Benditos sejam os frutos da terra de Deus!
Bendito seja o trabalho e a nossa união!
Bendito seja Jesus que conosco estará,
além do altar!

(5) Comunhão: Sl 145 + Mt 14,19
(HIN III A, p. 193)

AGORA, VOCÊS ME DIGAM,
ME DIGAM VOCÊS QUEM SOU!
/:- O FILHO ÉS DO DEUS VIVO,
MESSIAS, LIBERTADOR!:/

1.Louvar eu quero a ti, meu Deus, meu Rei,
  Teu nome, eternamente, eu vou cantar;
   Eu digo, cada dia, teu louvor,
   Vou bendizer teu nome, sem parar!

A ti, grande Senhor, todo o louvor!
   Ninguém pode medir tua grandeza!
   As gerações ensinam uma à outra
   /:O que fizeste e a tua fortaleza!:/

2.O teu poder e glória todos cantem
   E espalhem os milagres que operaste;
   Os teus terríveis feitos se divulguem
   E os mil prodígios que tu praticaste!

Bondoso é o Senhor para com todos,
   Com tudo que criou toma cuidado...
   Senhor, as criaturas te agradeçam
   /:E te bendiga todo ser criado!:/

3.Teu Reino vai durar eternamente
   E Tu dominas todas as idades!
   Tu és fiel àquilo que prometes
   E tudo realizas com bondade! 
(1) Abertura: Acolhe os oprimidos:
Sl 33 + Sl 68,6-7.36(HIN III A, p. 189)

ACOLHE OS OPRIMIDOS EM SUA CASA,
O SENHOR É SEU ABRIGO!
SÓ ELE SE FAZ TEMER,
POIS A SEU POVO DÁ FORÇA E PODER!

1.A nação que Ele governa
   É feliz com tal Senhor.
   Lá do céu, Ele vê tudo,
   Vê o homem e seu valor;
   Fez o nosso coração
   Forte e contemplador!

2.O que dá vitória ao rei
   Não é ter muitos soldados;
   O valente não se livra
   Por sua força ou seus cuidados
   Quem confia nos cavalos
   Vai, no fim, ser derrotado!

3.O Senhor protege sempre
   Quem espera em seu amor,
   Pra livrar da triste morte
   E, na fome, dar vigor;
   No Senhor é que esperamos,
   Ele é escudo protetor!

4.Nele, nosso coração
   Encontrou sempre alegria;
   No seu nome sacrossanto,
   Quem é bom sempre confia...
   Traz, Senhor, com teu amor,
   Esperança e alegria!

(2) Salmo de resposta: Salmo 138
                  (HIN III A, p. 190)
Ó SENHOR, VOSSA BONDADE É PARA SEMPRE,
COMPLETAI EM MIM A OBRA COMEÇADA!

1.Ó Senhor, de coração eu vos dou graças,
Porque ouvistes as palavras dos meus lábios!
Perante os vossos anjos vou cantar-vos
E ante o vosso templo vou prostrar-me!

2.Eu agradeço vosso amor, vossa verdade,
Porque fizestes muito mais que prometestes,
Naquele dia em que gritei, vós me escutastes
E aumentastes o vigor da minha alma!

3.Altíssimo é o Senhor, mas olha os pobres
   E de longe reconhece os orgulhosos...
   Completais em mim a obra começada,
   Ó Senhor, vossa bondade é para sempre!

(3) Aclamação: Aleluia! + Mt 11.28
(melodia do 19º Dom. HIN III A, p. 191)

ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA!
Tu és Pedro e sobre esta pedra
Edificarei minha Igreja

Sustentas quem tropeça por fraqueza,
   Consertas quem caminha encurvado...
   Pra Ti se voltam todos os olhares
   /:E o pão concedes em tempo aprazado!:/

4.A mão pra todos abres, sem medida,
   E todos os viventes ficam fartos...
   É muito justo Deus em seus caminhos
   E sempre santo em todos os seus atos!

Senhor, sempre estás perto de quem chama,
   De quem, na vida, tem sinceridade...
   Escutas quem te chama, e vens salvar,
   /:E dos que te amam fazes a vontade!:/
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Semana da Pátria: vem aí o
23º. GRITO DOS EXCLUÍDOS EXCLUÍDAS:
“Vida em primeiro lugar”.
POR DIREITOS E DEMOCRACIA,
A LUTA É TODO DIA!

O Grito dos/ Excluídos/as se realiza há 23 anos durante a Semana da Pátria, tendo como ponto máximo de manifestações populares o dia 7 de setembro – data em que se celebra a independência do Brasil. Neste sentido, o Grito é um momento e espaço para que o povo possa questionar que tipo de independência temos e exigir mudanças para o país.
Diante de tantos acontecimentos na atual política de nosso país, em carta, dom Roque Paloschi, arcebispo de Porto Velho cita um outro irmão bispo, dom Guilherme Antônio Werlang, que diz: “vivemos tempos difíceis. Os direitos e os avanços democráticos conquistados nas últimas décadas, frutos de mobilizações e lutas, estão ameaçados. O ajuste fiscal, as reformas trabalhista e da previdência estão retirando direitos dos trabalhadores para favorecer os interesses do mercado. O próprio sistema democrático está em crise, distante da realidade vivida pela população”.
E continua: “Não podemos esquecer que, nas cidades, a cada dia cresce o número de desempregados/as e que, no campo, também cresce a violência contra camponeses/as que lutam por reforma agrária, bem como contra os povos indígenas que buscam a demarcação de seus territórios.
O Grito dos/as Excluídos/as não deve se limitar ao ato público no dia 7 de setembro. Deve ser um momento de diálogo e reflexão sobre as várias faces da exclusão na nossa sociedade. Para tanto, devemos realizar, no seio da Igreja e nos mais variados espaços da sociedade, atividades (rodas de conversas, palestras, seminários) para promover esse diálogo e reflexão em torno dos eixos temáticos propostos pelo Grito. Por isso, solicito a todosos irmãos e irmãs, de dentro e de fora da Igreja, o efetivo apoio ao Grito dos Excluídos e  Excluídas/2017”.

 

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